O Período Quaternário, pertencente à Era Cenozóica, está sub-dividido nas épocas Pleistocénica e Holocénica. Este período começou há cerca de 1,8 milhões de anos e...
1. ... terminou há cerca de 400 mil anos; 2. ... terminou há cerca de 40 mil anos; 3. ... terminou há cerca de 4 mil anos; 4. ... é aquele em que vivemos actualmente.
Resposta à pergunta de 2009/10/26: O Período Terciário, que se caracterizou por um início muito quente e húmido, terminou com uma idade do gelo.
A imagem do robusto e poderoso Tyrannosaurus rex pode ficar agora um pouco alterada...
Um estudo recente descobriu que, afinal, o grupo dos tiranossáurios não era apenas composto pelos temíveis répteis do nosso imaginário mas seria, sim, um grupo muito heterogéneo, no qual se incluía a espécie Alioramus altai, recentemente descoberta na Mongólia.
Este predador, com um corpo muito mais esguio que o seu conhecido primo, vivia em locais quentes junto a planícies de alagamento, no final do Cretácico.
Mais pequeno que o T-rex, esta espécie tinha ainda um esqueleto muito leve, uma mandíbula fraca comparativamente aos seus parentes e dentes estreitos assemelhando-se a uma faca de cortar carne.
Rocha sedimentar que resulta da evaporação da água em meios de pouca profundidade, ficando apenas um depósito salino que dá origem ao evaporito. É constituído por mais de cinquenta por cento de sais que resultam do processo de evaporação.
However fragmented the world, however intense the national rivalries, it is an inexorable fact that we become more interdependent every day. I believe that national sovereignties will shrink in the face of universal interdependence. The sea, the great unifier, is man's only hope. Now, as never before, the old phrase has a literal meaning: We are all in the same boat.
Jacques Yves Cousteau (1910-1997). Famoso oceanógrafo francês, capitão do navio Calypso, a bordo do qual efectuou numerosos documentários sobre o mar e a vida selvagem marinha. Fundador da Sociedade Cousteau.
A Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA), numa iniciativa conjunta com a Sociedade Espanhola de Ornitologia (SEO), está a organizar o VI Congresso de Ornitologia, que terá lugar em Elvas de 5 a 8 de Dezembro.
Esta iniciativa vai juntar mais de 200 pessoas, que irão partilhar conhecimentos na áreas da ornitologia e conservação da natureza. Alguns dos temas principais a ser abordados são a Conservação da Natureza, a Conservação e Gestão de Zonas Húmidas, as Aves Marinhas, a Recuperação de Habitats, entre outros.
Durante o congresso estão previstas comunicações orais e em poster, exposições, saídas de campo, uma mini-feira, entre outras actividades.
Autodestruição da Globalização António Lima Grilo, Vencedor Nacional da Categoria Sénior das XIII Olimpíadas do Ambiente
Hoje vivemos num T0. Para conhecermos basta queremos. Para encontrarmos basta sair de casa. Pois é: o mesmo planeta que há coisa de 50 anos era enorme e em que era preciso imenso tempo para nos deslocarmos de um local para outro desapareceu. Hoje qualquer distância se faz em pouco tempo. Num dia, que era o tempo de uma viagem norte-sul em Portugal, podemos estar do outro lado do mundo.
A este mundo novo já não chamamos Terra de Vera Cruz, apesar de as potencialidades serem as mesmas. Em escalas diferentes. A este novo mundo chamamos mundo global. Passam a ser possíveis os contactos com todo o mundo por qualquer via e passamos a poder estabelecer contactos com todo o mundo de forma rápida.
A globalização, de que tanto se houve falar, criou uma teia de relações globais tanto no domínio pessoal como social como económico como estatal permitindo um intercâmbio ideológico, intelectual e cultural muitíssimo saudável, na minha opinião. Esta mesma globalização depende da inteligência do Homem. O que queremos para o futuro global? Temos duas hipóteses: ou o futuro passa pela relação interpessoal (que é um bem aliás escasso) ou passa pelo fim das relações humanas. O mesmo desenvolvimento tecnológico que permitiu a união de pessoas dos 5 continentes mostra já grandes possibilidades de as separar, mesmo as que vivem na mesma cidade. Hoje uma chamada, um SMS ou um e-mail estabelecem contacto privilegiado com seja quem for não se dando valor às relações interpessoais.
Actualmente, para além do problema tecnológico, temos o problema fóssil. Tornando-me mais claro: mesmo que queiramos estabelecer relações interpessoais com os quatro cantos do mundo se não tivermos como nos deslocarmos torna-se claramente mais difícil. Impossível. Se noutros tempos foi o nosso pouco conhecimento que nos levou a optar por um crescimento insustentável agora é a nossa inteligência que nos bloqueia o acesso à sustentabilidade. Não explorámos os recursos da Terra de forma a podermos lucrar sempre deles. Mas agora que sabemos como fazer uma exploração adequada dos recursos que nos restam continuamos sem querer fazer nada.
Sem combustíveis fósseis, e com uma enorme inaptidão para procurar alternativas, caminhamos a passos largos para o fim daquilo que permite que as sociedades e que a sociedade global funcionem.
Estamos a conseguir duas coisas ao mesmo tempo: acabar com as nossas sociedades, e a preparamo-nos para uma "terceira guerra mundial com paus e pedras", e ao mesmo a acabar com a possibilidade da nossa existência tal como a conhecemos.
Cabe-nos a nós, jovens preocupados e atentos alertar os que têm poder de decisão para tomarem as decisões correctas. Cabe-nos a nós, jovens de ciência e conhecimento mostrar por a + b que a sustentabilidade é possível e necessária e com menos custos financeiros, humanos, e de recursos e assim dar aos que decidem os instrumentos da decisão. Cabe-nos a nós, jovens garantir que quando tivermos a decisão nas nossas mãos a tomaremos em consciência de acordo com os valores de uma cidadania ambiental e global consciente.
É o nosso futuro. O tempo é de acção. São nossas as decisões. O que é que queremos?
Nesta fotografia estão todos os 300 participantes do London International Youth Science Forum 2009. E a pergunta é : Como é que eu fui lá parar? Eu e o João Vicente (primeira fila na ponta direita). Como é que nós fomos lá parar?
A resposta é igual e simples: Ambos fomos participantes vencedores nacionais das Olimpíadas do Ambiente. O João foi participante em 2006 e este ano membro do Staff do evento. Eu fui participante este ano e posso garantir-vos: é uma experiência absolutamente fantástica – ciência em todas as suas formas, em todas as suas áreas e com os melhores especialistas de todo o mundo! E ainda 300 participantes de 40 países! Foi fabuloso!
Por isso já sabem empenhem-se nas Olimpíadas e serão bem recompensados. Se nós conseguimos, vocês também conseguem!
As grandes pradarias que surgiram durante o Período Terciário serviram de fonte de alimento às manadas de mamíferos herbívoros que se alimentavam desta vegetação.
1. Extinção dos dinossáurios; 2. Idade do gelo; 3. Seca extrema; 4. Colisão de um meteorito.
Resposta à pergunta do dia 2009/10/19: A Era Cenozóica é também conhecida como a Idade dos Mamíferos, uma vez que foi durante esta Era que os mamíferos se tornaram os animais dominantes ocupando os mais diversos nichos.
A melancia poderá ser a próximo combustível alternativo... surpreendido?
Terá certamente razão para estar mas saiba que, através de alguns estudos científicos realizados em Oklahoma, Estados Unidos da América, foi possível produzir biocombustível a partir de melancias descartadas no processo de selecção para venda. Sabendo que cerca de um quinto do total de melancias produzidas anualmente são descartadas devido às formas ou padrões de cor pouco aceites no mercado mundial das frutas, será fácil perceber o potencial desta descoberta.
Embora a produção de etanol a partir das melancias nunca chegue para alimentar o mercado mundial, esta é uma realidade a estar alerta, ainda que sempre em pequena escala.
Rocha magmática, de origem vulcânica, que pode ser encontrada nos fundos oceânicos. O basalto tem uma coloração negra ou cinza escura, podendo ter alguns cristais milimétricos.