Qual dos seguintes nomes designa um fóssil que viveu no Período Jurássico?
1. Carcharodon megalodon;
2. Archaeopteryx lithographica;
3. Ichthyostega sp.;
4. Mammalodon colliveri;
Resposta à pergunta do dia 2009/07/27:
Cerca de 90% das espécies marinhas extinguiram-se. Muitos tipos de corais, moluscos, equinodermes e a maioria dos invertebrados marinhos desapareceram.
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40.000.000.000
É o número de sacos de plástico que a China poupou desde que os baniu, a 1 de Junho de 2008, segundo a China Chain Store and Franchise Association.
A medida permitiu poupar ainda o equivalente a 1,6 milhões de toneladas de petróleo.
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Fóssil de transição
Designa um organismo apenas conhecido do registo fóssil e que combina características dos seus descendentes e antecessores evolutivos. Estes fósseis são reconhecidos como elos perdidos da evolução.
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Education is not filling a bucket, but lighting a fire.
William Butler Yeats (1865-1939). Poeta e dramaturgo irlandês, foi uma personalidade muito activa no renascimento literário Irlandês, tendo co-fundado o Abbey Theatre, em Dublin. Foi Prémio Nobel da Literatura em 1923.
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Ao segundo...
Cada ano, mês, dia, hora, minuto ou segundo são marcados por um acontecimento, que entra para as estatísticas. Poder observar a evolução de alguns destes dados em tempo real é possível através do "worldclock".
Nesta página electrónica podemos encontrar dados sobre a evolução da população mundial ou sobre as emissões de CO2, actualizados ao segundo. É ainda possível contabilizar um determinado dado a partir de um momento definido pelo utilizador.
Por exemplo, nos cerca de 8 minutos que antecederam a produção deste texto desapareceram 178 hectares de floresta!
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A Mensagem dos Golfinhos
Alfredo Silva, finalista do Curso de Licenciatura em Educação Básica
Nos últimos cinco anos que vivi na Ilha Terceira – 1993 a 1998 – tive oportunidade de me dedicar, por algum tempo, a um género de pesca que, até então, não conhecia. Em sociedade com um amigo tratei de adquirir uma embarcação que reunia as condições ideais à concretização do nosso projecto: uma lancha, em fibra de vidro, com 5,70m e um motor outboard de 60HP. Recebi o treino necessário de outro amigo que, até aí, fizera o mesmo com aquela lancha, que era sua. Recordo, com saudade, muitos dos momentos que passámos nessa actividade e que constituem motivo, mais do que suficiente, para a meditação a que ora me entrego.
À proa e à popa da lancha fixávamos, cada um, uma “roda”. Era uma estrutura em madeira e metal, contendo cerca de 2.000m de arame, preparada para podermos pescar, como era hábito, em profundidades que iam dos 100 aos 2.000m. Com maior frequência posicionávamo-nos, em função do peixe pretendido, entre os 300 e os 700m, variando a distância da costa, normalmente, entre as 5 e as 15 milhas.
Lembro-me, concretamente, de uma vez em que, escasseando o peixe, estávamos ambos, segurando o arame entre os dedos, entregues aos nossos pensamentos, quando vi passar, levado pela corrente, um enorme saco de plástico. Pouco tempo depois foi a vez de uma lata de refrigerante, balouçando suavemente ao sabor da pequena ondulação e, logo a seguir, um emaranhado de fios, de substâncias diversas, como se fora parte da consequência de um naufrágio. Felizmente, não era o caso (que eu saiba).
Perante aquela sujidade – observada, também, de outras vezes – os meus pensamentos tomaram novo rumo. Fui invadido por uma profunda tristeza, lembrando-me de que havia, ainda, gente capaz de “despejar” no mar qualquer tipo de lixo. Enquanto, mentalmente, lamentava o incidente, a minha atenção foi “solicitada” pelo chapinhar de um grupo de golfinhos. Era frequente aparecerem estes amigos, que tantas vezes me faziam esquecer de assuntos menos agradáveis e, dessa vez, não foi excepção. Como muitas vezes fizeram, antes e depois dessa ocasião, brincaram à volta da lancha, emitindo os seus sons característicos, uma das suas formas de comunicação. Um dos mais pequenos aproximava-se, por vezes, da lancha e, seguidamente, nadava de costas, afastando-se, com o corpo quase totalmente fora de água. Dir-se-ia que, enquanto se entregava àquela prática, sorria para nós. Quando entenderam que estava cumprido o seu objectivo partiram, deixando-me a pensar se teriam deixado alguma incompreensível mensagem.
Ainda hoje me questiono sobre a possibilidade de aqueles inteligentes e sociáveis seres marinhos terem tentando transmitir-nos algo sobre a poluição dos oceanos…
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Curiosidades da Fauna e Flora
O aparecimento dos mamíferos
Os primeiros mamíferos surgiram no final do período Triássico, embora apenas se tenham tornado mais abundantes e com uma distribuição mais vasta no período Miocénico.
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A etapa de transição do período Permo-Triássico ficou marcada por uma extinção em massa - a maior alguma vez existente. Cerca de 70% das espécies terrestres extinguiram-se. Qual a percentagem de espécies marinhas que não resistiu a este evento?
1. Cerca de 40%;
2. cerca de 60%;
3. cerca de 80%;
4. cerca de 90%.
Resposta à pergunta do dia 2009/07/20:
Os ictiossáurios eram répteis marinhos. Algumas das espécies podiam atingir cerca de 4 metros e pesar perto de 1 tonelada. Contudo, estima-se que pudessem haver espécies maiores. Estes animais tinham uma reprodução ovovivípara, e eram fisicamente bastante semelhantes aos golfinhos do nosso tempo.
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Refúgio de pandas!
O maciço montanhoso Min Chan, localizado na região central da China, constitui um refúgio para várias espécies raras e ameaçadas de animais, incluindo o esquivo leopardo-das-neves (Uncia uncia) e cerca de 720 pandas-gigantes, cerca de 45% da população selvagem da espécie.
Os pandas gigantes são animais inconfundíveis, pelo seu padrão de pelagem, como pela sua timidez e passividade. Pertencem à família Ursidea e o seu nome científico Ailuropoda melanoleuca significa "gato preto e branco".
Nos últimos anos o habitat adequado para a espécie sofreu uma regressão de mais de 50%, o que terá contribuído para o declínio da espécie, conjuntamente com a baixa taxa de renovação das populações, que não lhes permite recuperar rapidamente da caça ilegal e de outras causas de mortalidade.
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Dinoflagelados
Estes membros do reino Protista são, na sua maioria, constituintes do plâncton marinho, enquanto que uma pequena parte pode ser encontrada em sistemas dulçaquícolas (de água doce). Cerca de 50% são autotróficos e a outra metade heterotróficos, podendo alimentar-se de outros protistas, ou mesmo de ovos de peixes.
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