Estes membros do reino Protista são, na sua maioria, constituintes do plâncton marinho, enquanto que uma pequena parte pode ser encontrada em sistemas dulçaquícolas (de água doce). Cerca de 50% são autotróficos e a outra metade heterotróficos, podendo alimentar-se de outros protistas, ou mesmo de ovos de peixes.
If you start any large theory, such as quantum mechanics, plate tectonics, evolution, it takes about 40 years for mainstream science to come around. Gaia has been going for only 30 years or so.
James Lovelock. Ecologista britânico de renome internacional, ganhou particular destaque ao publicar as obras "Teoria de Gaia" e "As Eras de Gaia", onde propôs a hipótese de que toda a biosfera do planeta é capaz de gerar, manter e regular as suas próprias condições ambientais. Define a Terra como um super-organismo vivo, em que todos os seus componentes bióticos estão interligados e dependentes uns dos outros.
Petição pela instituição do Dia da Águia em Portugal
O Fundo Mundial para a Natureza (WWF) lançou uma nova iniciativa, com o objectivo de alertar para a precária situação da águia-imperial (Aquila adalberti). Uma das espécies da avifauna nacional que, infelizmente, se encontra em risco de extinção.
Sob a forma de uma petição on-line, aberta a qualquer cidadão, a WWF pretende recolher o maior número da assinaturas possível, para serem entregues na Assembleia da República, de forma a instituir o Dia da Águia em Portugal.
A petição intitulada "Sobre a Águia Imperial", assim como toda a informação referente a mesma, pode ser consultada no endereço electrónico da petição.
Para uma parte significativa da população a palavra “réptil” faz surgir imagens mentais de cobras ameaçadoras e venenosas, com cores exóticas e dentes longos. No entanto, pouco nos lembramos de um réptil que a maioria de nós já viu: os cágados.
Há duas espécies com distribuição em Portugal: o cágado-mediterrânico (Mauremys leprosa) e o cágado-de-carapaça-estriada (Emys orbicularis). O primeiro encontra-se no Sul da Europa (Sul de França, Espanha e Portugal) e Norte de África enquanto que o segundo se distribui pelo Centro e Sul da Europa, Noroeste de África e Ásia Ocidental. Em Portugal podemos encontrar o cágado-mediterrânico principalmente a Sul do rio Tejo, havendo populações mais dispersas no interior a Norte do rio Tejo. Já o cágado-de-carapaça-estriada tem uma distribuição muito mais escassa, sendo muito difícil de encontrar a Norte do Tejo. A bacia hidrográfica mais importante para esta espécie é a do Guadiana. A primeira espécie, mais abundante, tem a classificação de “pouco preocupante” (LC) enquanto que a segunda é considerada a nível nacional “em perigo” (EN), de acordo com o Livro Vermelho dos Vertebrados. Ambas figuram nos anexos II e IV da Directiva Habitats e no anexo II da Convenção de Berna (espécies estritamente protegidas).
De facto, gostamos dos cágados, gostamos tanto deles que muitas pessoas os levam para as suas casas, retirando-os dos seus habitats naturais. Esta é mesmo uma das ameaças sérias que estas espécies enfrentam.
Fazendo o caminho inverso, isto é, das nossas casas para os ecossistemas naturais, está outra ameaça para a conservação dos cágados autóctones: a tartaruga-da-Flórida (Trachemys scripta). Sendo mais eficazes na competição pelos recursos que o ecossistema lhes disponibiliza e tendo uma maior taxa de crescimento populacional, estas espécies acabam por se tornar invasoras (espécies exóticas que, pela sua elevada capacidade adaptativa, proliferam num ecossistema que não é originalmente o seu). De facto, a sub-espécie Trachemys scripta elegans é considerada, pela IUCN, uma das 100 espécies exóticas invasoras que maior perigo representa para os ecossistemas.
Para além das ameaças já referidas, estes animais excepcionais enfrentam as condições cada vez mais degradadas dos nossos lagos, ribeiras e rios (poluição, alteração das margens, etc.), as estradas (onde muitos morrem atropelados), a captura acidental (pesca) entre outras.
Os cágados mediterrânico e de-carapaça-estriada podem atingir uma longevidade muito considerável: 35 anos e entre 40-60 anos, respectivamente. Preferem lagos ou pequenas ribeiras com vegetação aquática e áreas na margem que lhes permitam uma boa exposição solar (sendo espécies ectotérmicas não conseguem regular a sua temperatura interna de outro modo que não seja com mecanismos comportamentais).
Podemos ter um papel activo na conservação das espécies e tornar o nosso mundo um pouco melhor. Se não retirarmos os cágados dos seus habitats naturais colocando as tartarugas-da-Flórida no seu lugar estamos a contribuir para a conservação de duas espécies importantes da nossa fauna. Como se diz nestes dias de aniversário de missão lunar: Será um pequeno passo para a Humanidade, um grande passo para os cágados...
Os primeiros corais escleratíneos, também denominados de hexacorais (pela sua simetria), surgiram no período Triássico. Ainda perduram até aos nossos dias, embora actualmente se encontrem ameaçados, em grande parte devido às alterações climáticas que, entre outros factores, têm vindo a provocar um aumento do nível médio da água do mar, acidificação oceânica e o aumento de temperatura dos mares.
Resposta à pergunta do dia 2009/07/13: O clima durante este período era bastante árido e seco. As zonas do centro do supercontinente Pangeia, que se encontravam longe do oceano, eram áreas praticamente desérticas. Ocasionalmente ocorriam monções em regiões costeiras.
O primeiro animal incluído na lista de espécies ameaçadas devido às alterações climáticas foi o urso-polar. O próximo poderá ser a pika-americana (Ochotona princeps).
Este lagomorfo, parente do coelho, passa o Verão no topo das montanhas recolhendo plantas para as suas refeições de Inverno. No entanto, o pêlo espesso que o protege do frio pode também ser o causador da sua morte!
À medida que o calor aumenta globalmente, as pikas estão a ficar presas naquilo a que os cientistas chamam “ilhas no céu”. Não podem descer à procura de ares mais frescos porque os vales estão demasiado quentes... o que já levou algumas populações a desaparecer...
Depósitos de calcário que vão sendo formados por cianobactérias. Estas segregam um cimento carbonatado, que se começa a associar a pequenas partículas do ambiente envolvente, originando assim os estromatólitos. Podem ser encontrados em águas quentes e com pouca profundidade.
We are glorious accidents of an unpredictable process with no drive to complexity, not the expected results of evolutionary principles that yearn to produce a creature capable of understanding the mode of its own necessary construction.
Stephen Jay Gould (1941-2002). Conceituado paleontólogo e biólogo evolucionista americano. Autor de inúmeras obras de divulgação científica, é hoje reconhecido como um dos mais lidos e conhecidos escritores da sua geração.
Campo de Trabalho Científico sobre o Controlo de Plantas Invasoras
Irá decorrer de 25 de Julho a 1 de Agosto de 2009, na Mata do Desterro, em Seia, no âmbito do projecto Invader II, um Campo de Trabalho Científico sobre o Controlo de Plantas Invasoras, organizado pelo Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra (CEF), Centro de Estudos de Recursos Naturais, Ambiente e Sociedade (CERNAS) da Escola Superior Agrária de Coimbra e o Município de Seia, e o Centro de Interpretação da Serra da Estrela (CISE).
Para mais informações consulte a seguinte página electrónica do projecto.