A Water Aid
é uma organização não governamental cujo objectivo principal é fornecer
água potável, condições de sanidade e educar para a higiene
(reconhecidas como direitos humanos), a todas as populações dos países
mais carenciados do mundo.
O seu website, divertido e informativo, propõe estratégias de actuação, divulga projectos em curso e mostra como poderá ajudar.
Saiba
porque a água é um bem essencial para a qualidade de vida e quais os
seus benefícios. Faça também um cálculo da quantidade de água que
deverá consumir diariamente e compare com a quantidade que, na
realidade, bebe! Leia a secção "Dicas" e veja como pode melhorar os
seus hábitos diários...
E a melhor equipa do mundo é... Ricardo C. Neves, biólogo
Há cerca de 570-600 milhões de anos, na transição dos períodos Pré-Câmbrico para o Câmbrico, ter-se-á verificado, entre os animais invertebrados, uma abrupta aparição de planos corporais ― os bauplans. Este termo, proveniente do germânico baupläne, pretende captar o 'desenho base' de cada filo quanto a morfologia, fisiologia, constrangimentos evolutivos, entre outros. Estranho é que desde então, segundo Stephen Jay Gould em 'A Vida é Bela', tenham surgido apenas desvios aos bauplans já estabelecidos: o registo fóssil referente ao período do Câmbrico evidencia espécimes relativos dos grupos actuais e também muitos outros que sendo estranhas maravilhas simplesmente não podem ser associadas. Será que se acabou a "flexibilidade genética" durante essa janela temporal, ou não havia espaço (entenda-se nicho) ecológico para que "novos talentos" surgissem? Muito haveria a discutir sobre a "explosão do Câmbrico", mas por ora pretendo ficar noutra questão: como terão surgido os seres multicelulares? Para já não há uma resposta concreta a esta problemática. Mas há sugestões.
Os metazoários terão tido origem em protozoários há cerca de 700 milhões de anos atrás. Mas quais ao certo? Duas teorias têm reunido o maior número de adeptos no que à origem da multicelularidade importa. Uma, a de Ernst Haeckel, é conhecida como 'teoria colonial'. Foi apresentada em 1874 e defende que os metazoários terão tido origem numa colónia de protozoários com o formato de uma bola oca. Por exemplo, os protozoários coanoflagelados (Filo Choanoflagellata) ou os do género Volvox (Filo Chlorophyta) suportam esta teoria: além de uma organização colonial, os primeiros apresentam várias semelhanças com as esponjas (Filo Porifera) ao nível da estrutura celular e os segundos evidenciam diferenciação celular (linhas somática e germinal). Outros autores, J. Hadzi na década de 1950 e E. D. Hanson na de 1960, defenderam que os metazoários teriam evoluído a partir de um plasmídeo multinucleado. Este, por um processo de formação de membranas internas que passaram a dividir os vários núcleos, teria originado algo semelhante a um verme com capacidade de rastejar nos fundos oceânicos. Conhecida como 'teoria sincicial' recebe algum apoio de organismos conhecidos como slime molds (os limos) e do desenvolvimento embrionário dos insectos, em que uma fase multicelular é precedida de uma outra multinucleada.
Apesar de estudos recentes terem vindo a favorecer a primeira teoria, o assunto slime molds é de extrema importância e tem sido bastante explorado nas áreas da biologia do desenvolvimento e da evolução. Este fascinante organismo, ao contrário do que o nome sugere, não é um fungo e nem sequer é viscoso. É, antes, aquilo a que se poderá chamar uma amiba social. Ou seja, são organismos unicelulares que habitam troncos de árvores em estado deteriorado onde são encontrados, normalmente, isolados e a reproduzir-se assexuadamente por fissão binária (embora também o possam fazer sexuadamente por fusão celular). Consomem bactérias, mas algo de fantástico acontece em condições de falta de alimento: milhares de slime molds reúnem-se e formam correntes que convergem num ponto central como que se um remoinho formassem. Sobem uns pelos outros formando um agregado que se dobra então para formar uma espécie de pseudoplasmídio migrante (também chamado de lesma ou grex) com cerca de 2 a 4 mm de comprimento. Desloca-se para locais iluminados onde cessam o movimento e inicia um processo de diferenciação no qual se forma um 'corpo de frutificação'. Estranho? Ainda não é tudo.
O corpo de frutificação é composto por um talo e uma estrutura esporuladora. O primeiro é formado pelas células anteriores do pseudoplasmídio (15-20% do total) e ao formar-se eleva a massa de células que irão dar origem a esporos. As células do talo irão morrer (num processo de morte celular programada semelhante à apoptose), mas as restantes perpetuarão a espécie já que cada esporo que se dispersa dará origem a uma nova amiba social. Ora, dado que cada indivíduo se reproduz de forma assexuada o pseudoplasmídio pode ser composto por vários clones formando, portanto, uma quimera. Como se decide, então, quais as células a fazer parte do talo? Estudos recentes indicam claramente que há "batoteiros" que tentam a todo o custo escapar aos cerca de 15-20% das células que constituirão a fracção posterior do pseudoplasmídio. Afinal, os indivíduos que edificam o talo não são nada altruístas mas sim vítimas de um conflito de interesses, de uma competição onde o objectivo final é transmitir o património genético à geração seguinte.
Diferentes linhagens lutam, então, por passar à descendência os seus genes. E só a mais apta pode vencer. Será este um bom exemplo para as ideias de Richard Dawkins expressas em 'O gene egoísta'? Serão os slime molds "veículos robotizados cegamente programados para preservar as moléculas egoístas conhecidas como genes"? São, acima de tudo, fascinantes estes slime molds. Até pelo facto de não se saber muito bem onde está o seu ramo na grande árvore da vida. Apesar de alguns estudos sugerirem a sua proximidade aos fungos e aos animais, é grande a confusão dentro da filogenia do próprio grupo. Multicelulares em regime parcial, fazem coisas admiráveis enquanto nessa situação. Também funcionam bem em equipa...ou melhor, há uns que controlam... Então, não é bem uma equipa! E será um ser multicelular uma equipa? Bom, passado o Mundial de Futebol vocês já estarão, certamente, aptos a decidir. Até à próxima...
Os crustáceos
crescem através de um mecanismo de muda da carapaça, embora poucas
vezes se tenha observado este processo. Os sinais característicos que
antecedem esta transformação são quase desconhecidos, em virtude da sua
curta duração e pelo facto de ocorrer, geralmente, durante a noite.
Como ocorre, então, a muda de uma lagosta?
Ocorre
uma pequena elevação entre o cefalotórax e o primeiro segmento do
abdómen, dando-se a ruptura transversal da "velha" carapaça. Após esta
etapa, a lagosta terá de fazer um enorme esforço para passar pela
estreita fenda!
Algumas
horas depois, o cefalotórax começa a surgir da carapaça velha, embora
esta ainda se mantenha ligada na região frontal do corpo. Em pouco
tempo, o abdómen começa a sair pela fenda; a lagosta liberta-se da
armadura bucal, das patas locomotoras e das antenas com pequenas
sacudidelas do corpo. Isto, em apenas 3 minutos!
Depois
de toda esta "ginástica", a lagosta fica exausta. Repousa ao lado do
velho revestimento enquanto o corpo absorve grande quantidade de água e
aumenta de tamanho. A cor ténue denuncia a nova protecção, mole e
frágil, que só adquire rigidez quando o calcário absorvido entre as
mudas passa do sangue para o tegumento externo. Por este motivo, a muda
ocorre durante a noite em locais mais protegidos dos ataques dos
predadores.
Quantos anos demora, no mar, o plástico a ser degradado?
1. Cerca de 10 2. Cerca de 500 3. Cerca de 300 4. Cerca de 50
Resposta à pergunta do dia 17/07/2006: Os recifes coralinos existem há mais de 200 milhões de anos, e são conhecidos como "as florestas do mar". São vitais para a manutenção da diversidade biológica dos oceanos sendo, actualmente, um dos ecossistemas mais ameaçados do mundo. Os investigadores calculam que um quarto dos recifes de coral do mundo já tenham sido destruídos.
Agência Europeia do Ambiente alerta para a degradação da costa portuguesa
Segundo a Agência Europeia do Ambiente (EEA), o litoral português registou, nos últimos anos, o maior aumento de áreas artificiais da Europa. A conversão das áreas costeiras, principalmente, em estradas e edifícios, tem provocado uma degradação acentuada da costa.
Nos dez anos compreendidos entre 1990-2000, Portugal foi o país da UE com o desenvolvimento mais rápido daquelas áreas artificiais (34%), seguido da Irlanda (27%), Espanha (18%), França, Itália e Grécia, segundo as conclusões do último relatório da AEE sobre "Alterações do aspecto das zonas costeiras europeias", publicado, no início deste mês, em Copenhaga.
Uma possível explicação poderá estar na reestruturação económica, em larga medida impulsionada por subsídios da UE, que constituiu uma força motriz para o desenvolvimento de infra-estruturas de acesso que, por sua vez, atraiu a expansão hoteleira e residencial.
O documento adverte que a rápida utilização do espaço costeiro, impulsionada, principalmente, pela indústria do turismo, ameaça destruir o equilíbrio dos ecossistemas costeiros.
Embora se reconheça alguns progressos na luta contra esta tendência, a maior parte das regiões costeiras continua a estar entre as regiões economicamente menos desenvolvidas da UE.
Nascido em 1473 em Torún, Polónia, Nicolau Copérnico destacou-se por desenvolver a teoria heliocêntrica para o Sistema Solar.
Foi astrónomo e matemático de destaque, tendo sido também cânone da Igreja, governador, administrador, jurista, astrólogo e médico.
A sua principal obra – a teoria do Heliocentrismo – colocou o Sol como centro do Sistema Solar, contrariando a teoria vigente na altura, em que a Terra era o centro desse Sistema – a teoria do Geocentrismo.
Em 1491, Copérnico entrou para a Universidade de Cracóvia, onde se interessou pelo estudo da Astronomia, iniciando, assim, o mais marcante trabalho da sua vida.
Entre as muitas profissões que exerceu, publicou 27 de suas observações e cálculos, no campo da Astronomia, entre os anos de 1497 a 1529. Foi progressivamente aperfeiçoando os cálculos e observações, permitindo recalcular as coordenadas das supostas órbitas do Sol, da Lua e de outros planetas que giravam ao redor da Terra.
Em 1543, Georg Joachim Rheticus, matemático austriaco conceituado e discípulo de Copérnico, imprimiu um manuscrito completo do seu tutor, sob o título "De Revolutionibus Orbium Coelestium" (das revoluções das esferas celestes). Nesta obra estavam compiladas as observações e teoria de Copérnico – o Heliocentrismo.
Copérnico morreu no ano da publicação da sua obra em Frauenburgo, Polónia.
A sua teoria heliocêntrica é hoje globalmente aceite.
I have no faith in human perfectibility. I think that human exertion will have no appreciable effect upon humanity. Man is now only more active - not more happy - nor more wise, than he was 6000 years ago.
Edgar Allan Poe (1809-1849). Escritor, poeta, romancista e crítico literário. Foi um dos percursores da literatura de ficção científica e fantástica moderna.
De 24 a 30 de Julho realiza-se, organizado pelo Município de Olhão, o Encontro Nacional de Parques Naturais, no Centro de Educação Ambiental de Marim, Parque Natural da Ria Formosa, Olhão.
Paralelamente, no mesmo local, de 27 a 30 de Julho, realiza-se a Feira Nacional de Parques Naturais, um projecto com características inéditas e que inclui conferências e debates, exposições, cinema ao ar livre, desenho digital e outras interessantes actividades.
Mais informações podem ser encontradas no site do Festival Ecodrome.
"Espiar" o vôo das águias
Desde Maio de 2002 que o ICN, em colaboração com a SPEA e a QUERCUS, tem em campo um estudo sobre algumas espécies de aves de rapina existentes no nosso país – a águia-real (Aquila chrysaetos), a águia-de-Bonelli (Hieraaetus fasciatus) e o milhafre-real (Milvus milvus), através do qual estuda as suas deslocações no espaço aéreo, recolhendo informação relevante.
Através de um sistema de satélite, o Argos, técnicos do ICN seguem as deslocações dos espécimes marcados, obtendo informação que permitirá avaliar e, num futuro próximo, minimizar os impactes resultantes da interacção entre as linhas de alta e média tensão e a avifauna. Para tal, as três entidades ambientais envolvidas efectuaram um protocolo de colaboração com a EDP, que faculta informação sobre a localização das linhas de média e alta tensão.
Em cooperação com o estudo via satélite, levado a cabo pelo ICN, a SPEA e a QUERCUS estão responsáveis por, através de uma prospecção no terreno, quantificar o impacte da rede eléctrica sobre as aves e determinar a influência de aspectos técnicos (quantidade e disposição dos cabos, etc) e ecológicos (período do ano, área de distribuição, etc) na mortalidade registada.
No site, todos os amantes da avifauna, bem como os simples curiosos, encontram informação detalhada sobre este projecto, enquadramento, equipa técnica envolvida, explicação do equipamento utilizado e um diário de bordo com as informações recolhidas, entre outras.
Será possível salvar os albatrozes da extinção? José Xavier, biólogo marinho
Após esta pergunta, as primeiras questões que nos vêm à cabeça, serão "o que são albatrozes e por que razão estão eles em extinção?"
Os albatrozes são das maiores aves marinhas do mundo (podem chegar aos 3 metros de asa a asa), e literalmente passam toda a sua vida no mar. A única excepção a esse estilo de vida é quando têm de se reproduzir, que pode ocorrer em algumas espécies em cada 2 anos. Ou seja, o macho e a fêmea só se vêem de 2 em 2 anos! Se os albatrozes falassem, a palavra "saudade" teria sido inventada por eles.
Na sua grande maioria reproduzem-se em ilhas, como o caso da Ilha da Georgia do Sul, uma remota ilha no Oceano Antárctico.
Na primeira vez que lá fui, eu julgava ser o primeiro português a estudar albatrozes, mas cheguei 500 anos tarde demais. Quando os navegadores portugueses se aventuraram pelas costas de África pela primeira vez, encontraram umas aves marinhas de grandes dimensões, pretas e brancas, às quais chamaram "alcatrazes", que nos séc. XV e XVI significaria grande ave marinha; mais tarde, os navegadores ingleses corromperam esta palavra para "albatroz". Estou a estudar aspectos da sua dieta e ecologia comportamental, algo que não poderia ser feito há 500 anos, e que poderá contribuir para os salvar da extinção. Isto fez-me sentir melhor…
O trabalho de campo era extremamente interessante...
"José, um albatroz acabou de chegar!" disse Dafydd, um colega biólogo marinho do British Antarctic Survey, a entrar em pânico à medida que o rádio receptor captava o sinal. Já tínhamos feito esta rotina muitas vezes, mas os nossos corações sempre aceleravam com a adrenalina quando um albatroz chegava à Geórgia do Sul. Em segundos, pusemos as cinco camadas de roupa, emergimos da nossa base para um ar cortante a -10 °C, colocámos os skis e dirigimo-nos para a colónia, monte acima, onde albatrozes se têm reproduzido durante séculos.
Apesar de ter feito este trajecto muitas vezes, sempre o vi como mais um passo para a realização do meu sonho, fazer ciência numa ilha remota e, mais importante ainda, contribuir para a conservação destas aves marinhas fascinantes. Os albatrozes são as maiores aves marinhas do mundo, podendo chegar aos três metros de asa a asa, reproduzindo-se cada dois anos na Geórgia do Sul. Depois de criarem o seu filhote, os albatrozes fazem uma viagem única no reino animal em torno da Antárctida, pela Austrália, pelo Oceano Índico e regressando à Geórgia do Sul pelo Oceano Pacífico. Neste momento, eles estão aqui e eu rodeado por eles. Dafydd e eu chegámos ao topo do monte e identificámos imediatamente o albatroz com que estávamos a trabalhar, com mais do dobro da minha idade. Estava mesmo junto ao ninho, onde o seu filhote o chamava.
A maioria destas aves marinhas nunca viu um ser humano antes. Olham para os humanos com curiosidade e, se nos aproximarmos, não fogem. Depois de capturar esta ave de 12 kg, identificada como BL07 pelo anel que se encontrava na sua perna, e posto confortavelmente no colo do Dafydd, eu recuperei o aparelho de rasterio via satélite que se encontrava nas suas costas.
Enquanto o albatroz se encontrava no mar, o aparelho enviou sinais para um satélite, que nos informava onde o albatroz se encontrava geograficamente. Todos os dias, recebi um e-mail a dizer onde o albatroz tinha estado, algumas vezes tão distante como o Brasil, uns milhares de quilómetros a norte. Uma das suas viagens pode demorar 50 dias. Daí ter exclamado numerosas vezes, com um sorriso estampado na cara, para os meus colegas na base "o albatroz está a caminho de casa, deve chegar amanhã!" Com esta informação, poderei responder a questões a que a comunidade científica debate há muito tempo, tais como onde os albatrozes se alimentam, de que se alimentam e como podem ser afectados pela pesca comercial. Neste momento, os albatrozes estão em vias de extinção. As fêmeas são apanhadas frequentemente pelos anzóis da pesca do palangre, atraídas pelo isco, que opera nas águas da América do Sul, enquanto os machos são ameaçados pela pesca costeira na Geórgia do Sul, ao pé da sua colónia.
Para ajudar na conservação destes animais magníficos, Portugal vai participar no Ano Polar Internacional 2007-08 (API), um programa internacional cientifico e educacional para as regiões polares. Cientistas portugueses vão fazer ciência que, directa ou indirectamente, vai ser usada para compreender melhor os comportamentos dos albatrozes, e sugerir maneiras de minimizar a mortalidade dos albatrozes. Por exemplo, estudos já desenvolvidos mostraram que, ao usarem-se linhas de anzol mais pesadas, estas afundam mais rapidamente impossibilitando os albatrozes de apanharem o isco. Outro exemplo, é colocar os anzóis só à noite, de modo aos albatrozes terem mais dificuldade em verem os iscos. Estas são duas medidas simples, mas extremamente benéficas, que poderão ajudar os albatrozes.
Espero que, daqui a 500 anos, quando os meus descendentes vierem à Geórgia do Sul, também eles tenham a oportunidade de ver albatrozes e que sintam o privilégio e a felicidade de estar aqui... tal como eu.
Quando os morcegos voam, o ar passa por entre minúsculos pêlos inseridos em saliências receptoras nas asas.
Se as asas não possuírem uma determinada curvatura durante o voo, provocarão atrito. Os pêlos detectam o atrito e transmitem essa informação ao cérebro. Desta forma, estes mamíferos são capazes de corrigir a sua rota, evitar colisões desastrosas e capturar as presas de que se alimentam.
O professor de neurociências, John Zook, testou esta teoria aplicando creme depilatório nas asas dos morcegos. Os morcegos depilados apenas conseguiam voar em linha recta, mas sempre que tentavam curvar, caíam ou subiam subitamente. Assim que os pêlos voltavam a crescer, os morcegos recuperavam a capacidade de curvar...