O Período Pérmico marca o final de uma Era geológica e o início de uma outra. Que Eras são estas?
1. Paleozóico e Mesozóico; 2. Paleozóico e Eocénico; 3. Mesozóico e Quaternário; 4. Mesozóico e Triássico.
Resposta à pergunta do dia 2009/06/22: As duas grandes massas de água que rodeavam o supercontinente Pangea eram o oceano Panthalassa e o mar de Tethys. O primeiro ocupava praticamente toda a área da superfície aquática e o segundo, bem mais pequeno, estaria no lado Este do continente Pangeia.
O seu óleo é usado há muitos séculos, como tempero, hidratante para a pele, amaciador para o cabelo e tratamento de doenças como o acne.
Estudos revelaram que este fruto contém antioxidantes ricos e ácidos gordos saudáveis o que o tornou um elixir raro e extremamente caro. Agora, não só as cabras do Sudoeste de Marrocos e os berberes se arriscam a ultrapassar os ramos espinhosos da Argania spinosa, para obter frutos tão valiosos...
No entanto, as árvores, uma vez plantadas, necessitam de 25 anos para começar a dar os seus apreciados frutos.
Education: Being able to differentiate between what you do know and what you don't. It's knowing where to go to find out what you need to know; and it's knowing how to use the information once you get it.
William Feather (1889-1981). Escritor e editor americano, foi o fundador da revista The William Feather Magazine.
Seminário "Telemetria convencional e de satélite na avaliação do impacte de infraestruturas sobre a avifauna"
O auditório da CCDR Alentejo em Évora acolhe, entre 3 e 4 de Julho, o Seminário "Telemetria convencional e de satélite na avaliação do impacte de infraestruturas sobre a avifauna".
Este evento está enquadrado no projecto LIFE-Natureza “Conservação de Populações Arborícolas de Águia de Bonelli em Portugal”, coordenado pelo Centro de Estudos da Avifauna Ibérica (CEAI).
Para mais informações sobre este seminário, os interessados devem consultar a página electrónica do CEAI.
A razão de ouro é uma ideia com cerca de 2 400 anos de idade. Nada mau para uma ideia tão simples, isto é, simples o suficiente para poder ser expressa através de um único número:
Bem, admito que escrito desta forma não parece um número simples como 2, ou 10 ou mesmo 58,3. Mas é verdade que a expansão decimal(1) da razão de ouro é apenas um número situado algures entre o 1,5 e o 2. Porém, ao longo de dois milénios e meio de História este número ganhou designações tão nobres como Razão de Ouro, Proporção Áurea ou Proporção Divina. Porquê? Pela ideia que leva a esse número. Imaginem que possuem uma certa quantidade inicial de algo (não importa o quê nem quanto – ver Fig. 1). Querem agora juntar uma certa quantidade da mesma coisa de forma a que a quantidade total e a quantidade acrescentada estejam na mesma proporção que essa mesma quantidade acrescentada e a quantidade inicial. Existe apenas uma proporção segundo a qual é possível fazer esta construção: a Razão de Ouro.
A importância desta ideia é devida à noção de processo de acumulação infinito que ela implica, ou seja, depois de aprendermos a fazer a primeira acumulação nada nos impede de, por simples repetição, continuar a acrescentar quantidades cada vez maiores, sempre em proporção áurea com as quantidades já acumuladas. Ora, é precisamente através destes mecanismos de esforço mínimo e resultados máximos que costumam surgir as mais espantosas realizações, seja no mundo físico, seja no mundo das ideias. Existem outros números que são resultado de ideias igualmente profundas e poderosas (e.g., o número e) mas, a razão de ouro cedo adquiriu uma certa qualidade mística, chave e selo de verdades profundas. Isto levou a que muitas das afirmações da importância da razão de ouro em áreas como a pintura, arquitectura, anatomia ou a biologia, manifestassem alguma tendência para o exagero. Por isso, devido à extensa polémica que ainda hoje envolve a razão de ouro e suas manifestações, abstenho-me de apresentar exemplos, antes convidando quem estiver interessado em saber um pouco mais, a explorar os links referenciados em baixo.
(1) A expansão decimal de um número consiste na escrita sequencial dos algarismos que constituem esse número, onde a parte inteira é separada da parte decimal por um sinal convencionado, usualmente uma vírgula ou um ponto.
Foi no Período Pérmico que a vegetação se tornou cada vez mais adaptada a condições xerófilas (ausência de água), à medida que o clima foi mudando de frio (Carbonífero Superior) para quente (Pérmico Inferior).
Esta mudança no clima levou à alteração das condições hídricas das florestas tropicais da época à medida que as chuvas se tornaram sazonais. Apenas a região que hoje pertence à China manteve as suas florestas tropicais e pântanos até ao Pérmico Superior.
Foi no decorrer do Pérmico que se formou um supercontinente – Pangeia, rodeado por duas massas de água. Qual o nome destas?
1. Atlântico e Pacífico; 2. Índico e Antárctico; 3. Panthalassa e Tethys; 4. Gondwana e Panthalassa.
Resposta à pergunta do dia 2009/06/15: As gimnospérmicas marcaram o final do Pérmico, dominando o ambiente terrestre, em detrimento das florestas de fetos. As gimnospérmicas apresentaram uma característica adaptativa que lhes conferiu uma grande vantagem – a presença de sementes. Segundo o registo fóssil, foi no Pérmico que as coníferas, as mais familiares gimnospérmicas da actualidade, primeiro apareceram.
O aspecto ameaçador das moreias é agora comprovado pela ciência!
Por detrás de uma boca repleta de dentes, está oculta uma dupla mandíbula que se projecta da região da garganta e que “puxa” as presas capturadas pelas poderosas mandíbulas visíveis.
Esta estratégia de alimentação parece compensar a fraca capacidade de sucção exibida pela maioria dos peixes, facilitando, desta forma, a deglutição. Este é o primeiro registo de um mecanismo deste género para o grupo dos peixes, uma vez que as cobras, apesar de pertencerem a um ramo evolutivo diferente, têm um mecanismo semelhante.
Mais uma prova de convergência evolutiva em que organismos não aparentados desenvolvem soluções semelhantes ao enfrentarem os mesmos problemas na natureza!